
Eduardo Gonçalves de Andrade, conhecido como Tostão (Belo Horizonte, 25 de Janeiro de 1947), é um ex-futebolista brasileiro. É considerado um dos grandes jogadores do futebol nacional e internacional.
Carreira
Tostão iniciou sua carreira no futebol de salão do Cruzeiro em 1961. Em 1962, com quinze anos e ainda no Cruzeiro, Tostão foi para a equipe júnior de futebol de campo. No mesmo ano, o América Mineiro contratou o jogador que jogou apenas um ano no clube do coração dos seus pais. Em 1963, Tostão voltou ao Cruzeiro, clube que o projetou para o Brasil e o mundo.
Mesmo atuando no meio de campo, com a responsabilidade de armar as jogadas para os atacantes, Tostão é o maior artilheiro da história do Cruzeiro, com 242 gols.[1] Estabeleceu marcas no Campeonato Mineiro, quando sagrou-se o goleador por três edições seguidas: em 1966, 1967 e 1968. Foi ainda o artilheiro da última edição da Taça de Prata, em 1970.
Tostão fez sua última partida oficial pelo Cruzeiro jogando com a camisa 7 contra o Nacional de Uberaba, nesta cidade, em abril de 1972, pelo campeonato mineiro, que apontou o resultado final de 2x2.
O Mineirinho de ouro, como foi apelidado, integrou o mítico ataque da seleção que conquistou o tricampeonato mundial em 1970, transferiu-se do Cruzeiro para o Vasco em Abril de 1972, na maior transação envolvendo clubes brasileiros até aquela época. Como jogador do Vasco, naquele mesmo ano, sagrou-se campeão da Minicopa pelo Brasil. A contratação de Tostão foi o símbolo do início de uma nova fase no Vasco, que passava por uma crise, e empolgou a torcida. Infelizmente, os vascaínos não puderam contar por muito tempo com seu futebol brilhante e inteligente. Depois de um ano, Tostão voltou a sentir os problemas na vista, conseqüência de um descolamento na retina que sofrera em 1969 ao levar uma bolada do zagueiro Ditão, do Corinthians. Depois de passar vários meses fora do time, acabou abandonando o futebol no início de 1974, aos vinte e sete anos.
Nos anos seguintes, Tostão dedicou-se à medicina, tendo mais tarde se formado como médico pela Universidade Federal de Minas Gerais.
Após mais de uma década afastado do futebol, Tostão retornou como cronista esportivo. Escreve para diversos jornais no Brasil e é comentarista da Rádio Jovem Pan.
Titulos
- Seleção Brasileira
- Cruzeiro
Campeonato Brasileiro: 1966
Campeonato Mineiro: 1965
Campeonato Mineiro: 1966
Campeonato Mineiro: 1967
Campeonato Mineiro: 1968
Campeonato Mineiro: 1969
Vanderlei Eustáquio de Oliveira, mais conhecido como Palhinha (Belo Horizonte, 11 de junho de 1950) é um ex-futebolista brasileiro.
Palhinha começou sua carreira na região do Barreiro, em Belo Horizonte, aos 10 anos. Foi descoberto pelo treinador, Lincoln Alves, do futebol de salão do Cruzeiro, aos 14 anos, onde passou a jogar como ala esquerdo. No ano seguinte, foi jogar no juvenil de campo e aos 18 anos, estreou nos profissionais. Achava complicado disputar posição com fenômenos do futebol como Dirceu Lopes, Tostão e Evaldo. Foi, na época, um reserva de luxo, um tapa-buraco do time.
Após a venda de Tostão para o Vasco da Gama, em 1972, passou a ser o titular do time. Conciliava a velocidade com a inteligência. Era um artilheiro, que a base de valentia, furava as defesas adversárias.
Destacou-se pelo Cruzeiro na campanha do título da Taça Libertadores da América de 1976, quando marcou 13 gols tornando-se até hoje o maior artilheiro brasileiro em uma só Libertadores.
Em 1977, foi vendido ao Corinthians por 1 milhão de dólares na maior transação do futebol brasileiro na época.
Em 1980, defendeu o Atlético Mineiro que tinha um grande time formado por João Leite, Reinaldo, Cerezo, Paulo Isidoro, entre outros craques! Foi Tricampeão Mineiro, Campeão do tradicional Torneio de Málaga (Troféu Costa Del Sol) e Vice-Campeão Brasileiro numa polêmica e disputada final contra o Clube de Regatas Flamengo.
Quando encerrou a carreira de jogador de futebol em 1985, numa rápida passagem pelo América-MG, passou a ser técnico do time e iniciar esta nova carreira. Como técnico do Cruzeiro dirigiu o time em 20 jogos, em 1994.
Índice[esconder] |
Clubes na carreira
- Como jogador
- Cruzeiro: 1965-1976 e 1983-1984
- Corinthians: 1977-1980
- Atlético-MG: 1980-1981
- Santos: 1981
- Vasco da Gama: 1982
- América-MG: 1985
- Como treinador
- América-MG: 1985
- Atlético-MG: 1987
- Rio Branco-MG: 1988
- Corinthians: 1989
- Cruzeiro: 1994
Títulos
Como Jogador
- Cruzeiro
- Copa Libertadores da América: 1976
Campeonato Mineiro: 1968, 1969, 1972, 1973, 1974, 1975 e 1984
- Corinthians
Campeonato Paulista: 1977 e 1979
- Atlético Mineiro
Campeonato Mineiro: 1980
Troféu Costa del Sol: 1980
- Vasco da Gama
Campeonato Carioca: 1982
Futebol de salão
- Cruzeiro
- Campeão da Cidade Infantil de Futebol de Salão: 1965 (Marcou 10 gols em 10 jogos)
A Constelação do Cruzeiro: Nelinho

Chegou ao Cruzeiro numa época muito boa do Clube da Toca, contribuiu muito para que o time pudesse sagrar-se tetra-campeão Mineiro entre 1972-1975, em 1975 foi 9ºTítulo Mineiro conquistado pelo Cruzeiro em 11 anos de Mineirão.

Ronaldo Luiz Nazário Lima (Rio de Janeiro, RJ, 22/09/1976). Veio para o júnior do Cruzeiro, em março de 1993, quando foi oferecido pelo ex-jogador do clube, o ponta-direita Jairzinho, que garantiu aos dirigentes cruzeirenses que havia descoberto “o maior jogador do mundo”. Ronaldo havia sido oferecido ao São Paulo, mas o treinador Telê Santana recusou alegando que o Clube já tinha jogadores na posição. O Cruzeiro pagou a empresa de Jairzinho US$ 50 mil por 55% do passe.
Sua estréia com a camisa do júnior do Cruzeiro aconteceu em 23/03/1993, contra os amadores do Botafogo de Matosinhos-MG, na preliminar de Cruzeiro e Desportiva-ES, pela Copa do Brasil, no Mineirão. Ronaldo marcou dois gols na goleada de 4 a 1. Tornou-se o principal destaque do time júnior ao conquistar naquele ano a Supertaça Minas Gerais e a Copa Belo Horizonte de Futebol Junior tornando-se o artilheiro em ambas as competições.
Quando o Cruzeiro avançou para a fase semifinal da Copa do Brasil, o técnico Pinheiro poupou os titulares e escalou o mistão para as partidas do Campeonato Mineiro e o júnior Ronaldo passou a ser relacionado. Foi escalado como titular contra a Caldense, na 11ª rodada da 1ª fase, em 25/05/1993, em Poços de Caldas. O Cruzeiro venceu por 1 a 0 com gol do meia Ramon Menezes.
Com a venda do atacante Cleison para o Belenenses, de Portugal, Ronaldo foi promovido aos profissionais e passou a disputar posição com Tôto. Ambos se revezaram nas partidas que o time fez numa excursão a Portugal, mas Ronaldo ganhou a titularidade após uma grande atuação contra o Peñarol, do Uruguai, no estádio da Antas, na cidade do Porto, quando desequilibrou a partida com uma grande atuação.
Na Supercopa de 1993 sagrou-se o artilheiro com 8 gols e recebeu os apelidos de “Matador Azul”, pelo locutor da TV Bandeirantes, Januário de Oliveira. Era a primeira vez que o termo matador foi utilizado para se definir um artilheiro do futebol no país e que acabou lançando moda.
Em 02/11/1993 recebeu seu primeiro aumento de salário. Ronaldo recebia Cr$ 10 mil mensais – menos do que o salário mínimo que era Cr$ 12 mil. Dias depois, em 10/11/1993, foi convocado pela primeira Vez para a Seleção Brasileira para um amistoso contra a Alemanha (1 a 2), em 17/11/1993. Voltou a ser novamente convocado em 17/12/1993 para amistoso contra o México.
Ronaldo deslanchou na temporada de 1994. Em seu primeiro clássico contra o Atlético, no Campeonato Mineiro, confirmou a sua fama de carrasco do galo, que havia adquirido no junior, marcando 3 gols, na vitória de 3 a 1. Naquele jogo entortou com uma seqüência de dribles de corpo o experiente zagueiro Kanapkis, da Seleção Uruguaia.
Na Libertadores, marcou um dos mais belos gols da história do Mineirão, quando apanhou uma bola do meio de campo e driblou toda a defesa do Boca Juniors marcando o gol da vitória por 2 a 1 e da classificação para a 2ª fase. Lançou moda com o drible da letra que aplicou, pela primeira vez, numa partida contra o Uberlândia, no Mineirão, pelo Campeonato Mineiro.
Foi naquele ano que ocorreu sua estréia na Seleção num amistoso contra a Argentina, em 23/03/1994, na vitória de 2 a 0, quando teve o seu nome alterado para Ronaldinho, por causa de um outro Ronaldo, que era zagueiro. No amistoso seguinte, contra a Islândia, marcou o seu primeiro gol com a camisa da Seleção, na vitória de 3 a 0.
Em abril de 1994 o Cruzeiro pagou o restante de seu passe por US$ 1 milhão. Os empresários Reinaldo Pitta e Alexandre Martins pagaram a parte que cabia a Jairzinho e Leo Rabello e passaram a gerenciar a carreira do atleta.
Após o Campeonato Mineiro que sagrou-se campeão e artilheiro com 22 gols foi convocado para a Copa do Mundo dos Estados Unidos. Sagrou-se campeão, mas não participou de nenhum jogo.
Após a Copa, ainda disputou mais uma partida pelo Cruzeiro, num amistoso contra o Botafogo, no Mineirão, quando marcou o seu último gol com a camisa cruzeirense. Antes da partida, a diretoria confirmou a sua negociação para o PSV Eindhoven, da Holanda, por US$ 6 milhões. Era a maior transação de um jogador brasileiro para o exterior, até aquele ano. Ronaldo atuou apenas o 1º tempo daquele jogo.
Campeão no Cruzeiro: Campeonato Mineiro 1994; Supertaça Minas Gerais Júnior 1993;
Copa BH Júnior 1993
Artilheiro pelo Cruzeiro: Supercopa 1993, com 8 gols; Campeonato Mineiro 1994, com 22 gols; Copa BH de Juniores 1993, com 9 gols; Supertaça Minas Gerais Junior 1993 com 9 gols
Seleção Brasileira (como jogador do Cruzeiro): convocado para a Seleção Sub20 para um torneio nos Estados Unidos, em junho de 1993; convocado em 10/11/1993 para amistoso contra a Alemanha (1 a 2) em 17/11/1993; convocado em 17/12/1993 para amistoso contra o México; Jogou contra a Argentina 23/03/1994 ; Jogos contra a Islandia 26/03/1994 e marcou 1 gol
Campeão pela Seleção Brasileira (como jogador do Cruzeiro): Copa do Mundo 1994
Fonte: Henrique Ribeiro (Almanaque do Cruzeiro)
___________________________________________________
Jogos de Ronaldo pela equipe profissional do Cruzeiro (por Henrique Ribeiro)
1993
1 – 25/05 – 1 X 0 Caldense
Campeonato Mineiro – Ronaldo Junqueira (Poços de Caldas-MG)
2 – 28/07 – 2 X 1 Atlético
Amistoso – Mineirão (Belo Horizonte-MG)
3 – 03/08 – 2 X 0 Belenenses (POR)
Amistoso – Restelo (Lisboa-Portugal) – GOL 1
4 – 06/08 – 1 X 1 Benfica (POR)
Amistoso – Luz (Lisboa-Portugal)
5 – 07/08 – 3 X 0 Peñarol (URU)
Amistoso – Torneio do Porto – Antas (Porto-Portugal) – GOL 1
6 – 08/08 – 1 X 3 Porto (POR)
Amistoso – Torneio do Porto – Antas (Porto-Portugal)
7 – 17/08 – 0 X 1 América
Amistoso – Independência (Belo Horizonte-MG)
8 – 25/08 – 0 X 0 Ideal
Amistoso – Mendes Brito (Ipatinga-MG)
9 – 29/08 – 2 X 1 Guarani
Amistoso – Waldemar Faria (Divinópolis-MG) – GOLS 2 (1 de cabeça)
GDG - Por: Felipe Soalheiro |
Dirceu Lopes – Um Campeão do Mundo
DIRCEU LOPES MENDES, o Dirceu Lopes, ou Zé do milho. Fabuloso jogador do Cruzeiro nos anos 60 e 70 foi um injustiçado, por decisões sobre critérios de escolhas para o selecionado de 1970.
Tido como um jogador imprescindível pela seleção do técnico João Saldanha – demitido às vésperas da Copa – foi descartado meses antes da Copa do México em 1970, pelo novo técnico Zagalo, numa escolha controvertida que culminou com uma das maiores injustiças do futebol.
Num momento de supremacia do futebol brasileiro, vários craques ficavam de fora de grandes competições, mas Dirceu Lopes como muito outros, formava a seleção brasileira desde 1967 até próximo da viagem para o México.
Para se ter uma idéia dos fatos, ele jogara sua última partida na vitória sobre o Chile, no dia 22 /03/1970, portanto a três meses do início da Copa e participara do grupo das eliminatórias.
PARTIDA AMISTOSA CONTRA O CHILE
FICHA TÉCNICA:
Brasil 5 X 0 Chile
Data: 22 de março de 1970.
Amistoso – Estádio do Morumbi, em São Paulo.
Público: 101.902 pagantes.
Árbitro: Armando Marques.
Expulso: Carlos Caszely.
Gols: Roberto Miranda (02) Gérson e Pelé (02).
Brasil: Leão, Carlos Alberto Torres, Brito, Joel Camargo e Marco Antônio. Clodoaldo (Dirceu Lopes) e Gérson. Jairzinho, Roberto Miranda, Pelé e Paulo César Lima.Técnico Zagalo.
Chile: Asroega, Dias, Cruz, Laube e Herrera. Fouilloux e Acevedo. Hoffman, (silva), Carlos Caszely, Zelada (Messen) e Castero.
Técnico: Franscisco Hormazabal.
Antes, porém, pelo seu Cruzeiro, teve destaque extraordinário quando surgiu pelo maravilhoso time cruzeirense.
Basta recordar o título da Taça Brasil de 1966, quando o time de Minas bateu impiedosamente o então esquadrão santista de Pelé, em duas partidas das finais de forma soberba e incontestável, com exibição estupenda de Dirceu Lopes.
Era o dia 20 de novembro de 1966, quando de forma extraordinária o Cruzeiro bateu o Santos.
Cruzeiro 6 x 2 Santos
FICHA TÉCNICA:
Quarta-feira, 30 de novembro, no Mineirão, Belo Horizonte, jogo de ida das finais da Taça Brasil 1966.
Juiz: Armando Marques (carioca)
Bandeiras: Joaquim Gonçalves e Euclides Borges (mineiros)
Expulsões: Procópio e Pelé
Renda: Cr$223.314.600
Público pagante: 77.325
Público presente: 90.000 (estimado)
Gols: Zé Carlos (contra), Natal, Dirceu Lopes, Dirceu Lopes e Tostão, no 1º tempo; Toninho, Toninho e Dirceu Lopes, no 2º
Cruzeiro: Raul, Pedro Paulo, William, Procópio e Neco; Wilson Piazza, Dirceu Lopes e Tostão; Natal, Evaldo e Hilton Oliveira. Tec: Airton Moreira
Santos: Gilmar, Carlos Alberto Torres, Mauro Ramos de Oliveira, Oberdan e Zé Carlos; Zito e Lima: Dorval, Toninho Guerreiro, Pelé e Pepe. Tec: Lula.
Carreira:
Clubes:
1962-1963: Pedro Leopoldo-MG
1964-1977: Cruzeiro-MG
1977-1978: Fluminense-RJ
1978-1980: Uberlândia-MG
1980-1981: Democrata Governador Valadares-MG
Titulos:
Campeonato Mineiro: 1965, 1966, 1967, 1968, 1969, 1972, 1973, 1974, 1975
Copa Brasil: 1966
Copa Rio Branco: 1967.
Libertadores da América 1976
Campeão da Copa da Independência pelo Brasil em 1972.
Seleção Brasileira Pela Seleção Brasileira disputou 14 Jogos:
-25.06.1967 Uruguai;
-28.06.1967 Uruguai;
-01.07.1967 Uruguai;
-11.08.1968 Argentina;
-03.11.1968 México;
-17.12.1968 Iugoslávia,
-07.04.1969 Peru;
09.04.1969 Peru;
04.03.1970 Argentina;
08.03.1970 Argentina,
22.03.1970 Chile,
22.03.1970 Chile,
26.04.1972 Paraguai;
- 06.08.1975 Argentina.
A DESPEDIDA DA SELEÇÃO BRASILEIRA
Sua última apresentação pela Seleção Brasileira foi pela COPA AMÉRICA em 1976, quando o Brasil foi representado pela Seleção Mineira e por alguns jogadores de outros estados. Registre-se que no time argentino, jogavam Gallego, Ardilles, Luque e Kempes que seriam campeões mundiais em 1978 e Valdano, campeão mundial em 1986, pelo selecionado argentino.
FICHATÉCNICA:
Brasil 1 X 0 Argentina.
Local: Estádio Mineirão, Belo Horizonte, Minas Gerais.
Copa América.
Público: 71.718 pagantes.
Árbitro: Ramon Barreto (Uruguai)..
Gol: Danival.
Brasil: Raul, Nelinho, Wilson Piazza, Amaral e Getúlio. Vanderlei e Danival. Roberto Bata, Marcelo (Palhinha), Campos (Dirceu Lopes) e Romeu. Técnico: Osvaldo Brandão.
Argentina: Gatti, Pavoni, Pavon e Rebottaro. Gallego, Asad e Ardilles. Boveda (Valdano), Luque e Mário Kempes. Técnico: Cesar L. Menotti.
APELIDO
O Flecha Azul apelido dado por parte da torcida do Cruzeiro ou simplesmente “baixinho” como era carinhosamente chamado pelos companheiros de time foi eleito o melhor meia dos campeonatos brasileiros de 1970, 71 e 73 recebendo a bola de prata da revista Placar.
JOGOS PELO CRUZEIRO
Dirceu Lopes jogou 594 partidas pelo Cruzeiro e marcou 224 gols.
Sorín : A DESPEDIDA DE UM GRANDE ÍDOLO .. se despede do futebol para mais de 62 mil pessoas no Mineirão
Torcida celeste marca presença em jogo contra o Argentinos Juniors, time que revelou o jogador
O Cruzeiro se despediu nesta quarta-feira de um dos maiores ídolos de sua história recente. Com 62.400 torcedores presentes no Mineirão, o argentino Sorín entrou em campo pela última vez com a camisa celeste em amistoso contra o Argentinos Juniors (clube que o revelou), vencido pela Raposa por 2 a 1.

Sorín tira o molde para colocas os seus pés na Calçada da Fama do Mineirão
Antes do jogo, muitas homenagens; funcionários do Mineirão tiraram moldes dos pés do jogador para a Calçada da Fama do Mineirão; Sorín também recebeu uma carteirinha de sócio-torcedor do clube; uma preliminar com famosos, entre eles os ex-jogadores Raí, Sócrates e Rincón, o meia corintiano Defederico e o cantor Gabriel, o Pensador, fez o aquecimento para o futebol; no som, a presença do grupo mineiro Skank, comandado pelo cruzeirense Samuel Rosa.
- Vamos ajudar muita gente esta noite com tudo que a torcida trocou pelos ingressos. Muito obrigado à diretoria do Cruzeiro e a cada um dos funcionários da Toca da Raposa, do Mineirão e a todos os jogadores com quem tive o prazer de atuar. E quero agradecer à torcida pelo carinho que me demonstra na rua.
Ainda teve a presença da família do lateral no estádio. Jaime Sorín, pai, Ruth Refetur, mãe, e Verónica Sorín, irmã, estiveram na capital mineira especialmente para a festa e aprovaram a despedida junto da torcida celeste:
- Em nenhum outro lugar ele se sentiria tão cômodo como no Mineirão, com a torcida do Cruzeiro, que realmente lhe deu um apoio e um carinho enorme no tempo que ele esteve aqui, inclusive quando jogou na Europa - disse o pai.
Festa até no jogo
O clima de festa era tão grande que o goleiro do Argentinos Juniors, o chileno Peric, tirou diversas fotos de dentro do gramado. O técnico Adilson Batista também deu oportunidade a todos. Antes do fim do primeiro tempo já não havia um jogador que enfrentou o Fluminense em campo.

Sorín em campo com o mais novo terceiro uniforme do Cruzeiro
O protagonista da festa também se divertiu em campo. Distribuindo sorrisos no gramado, ele não deixou o ritmo de jogo abaixo dos demais jogadores atrapalhar muito. Chegou a ter duas boas chances, mas mandou para fora. A melhor chance celeste foi em uma cobrança de falta de Fernandinho na trave.
- Senti muito, mas estou curtindo. Vou procurar tocar a bola - disse Sorín na saída para o intervalo.
Assista um clipe em homenagem ao craque Sorín
No segundo tempo, Sorín voltou para atuar pelo Argentinos Juniors. Vestiu a camisa do time que o revelou, mas curiosamente continuou com o short e com os meiões do Cruzeiro.
O rodízio no Cruzeiro continuou. Aos sete minutos, Bernardo tocou na saída do goleiro e abriu o placar. Sorín, mesmo jogando pelo time adversário, foi lá cumprimentar o garoto e o levantou.
Aos 13 minutos, Sorín voltou a jogar pelo Cruzeiro. Tirou a camisa do Argentinos Juniors e ficou com a da Raposa, que estava por baixo. E sete minutos depois pôde comemorar o primeiro gol estando no time. Leandro Lima lançou Guerrón em posição legal. O equatoriano driblou o goleiro e marcou.
Familiares e Sorin antes da partida
A torcida por um gol de Sorín no jogo era clara. Às vezes até os jogadores do Argentinos Juniors pareciam querer, apesar de jogarem com seriedade. Aos 27, o ídolo celeste foi lançado na área, e o assistente assinalou impedimento. O goleiro Peric acenou para dizer que não havia irregularidade.
O gol de Santibáñesz, aos 44 minutos, não mudou a festa. E com o apito final, torcida e ídolo puderam se despedir. Mas eles não vão ficar longe. Sorín já declarou que vai morar em Belo Horizonte.
- É um momento incrível acabar assim, com festa solidária. Uma festa com minha esposa, com minha filha, com meus amigos é uma coisa que nunca vou esquecer. Uma despedida brincando, com muita felicidade, como sempre foi meu jeito no futebol.
Alexsandro de Souza
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Informações pessoais | ||
---|---|---|
Nome completo | Alexsandro de Souza | |
Data de nasc. | 14 de setembro de 1977 (33 anos) | |
Local de nasc. | Curitiba (PR), ![]() | |
Nacionalidade | ![]() | |
Altura | 1,76 m | |
Pé | Canhoto | |
Informações profissionais | ||
Clube atual | ![]() | |
Número | 10 | |
Posição | Meia | |
Clubes profissionais1 | ||
Anos | Clubes | Jogos (golos) |
1990–1997 1997–2000 2000 2001 2001 2002–2004 2004– | ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() | 124 141 (78) 12 (3) 5 (2) 121 (64) 241 (129) | (28)
Seleção nacional3 | ||
1998–2005 | ![]() | 68 | (20)
|
Alex, apelido de Alexsandro de Souza (Curitiba, 14 de setembro de 1977), é um futebolista brasileiro. Atualmente, defende o Fenerbahçe.
Carreira
Iniciou sua carreira nas categorias de base do Coritiba, clube pelo qual tornou-se jogador profissional em 1995 e onde ficou até o início de 1997, disputando 124 partidas e marcando 28 gols neste período.
No início de 1997, transferiu-se para o Palmeiras, onde jogou até 2000. No Palmeiras, Alex obteve grande destaque, conquistando a Copa Mercosul e a Copa do Brasil em 1998, a Libertadores da América em 1999, e o Torneio Rio-São Paulo de 2000. Alex disputou 141 jogos e marcou 78 gols.
Em 2000, teve uma rápida passagem pelo Flamengo, jogando 12 partidas e marcando 3 gols.
Em 2001, retornou ao Palmeiras.
Após a passagem pelo Flamengo, em 2001 Alex retornou ao Palmeiras. Nesta passagem, em partida válida pelo torneio Rio-São Paulo daquele ano (que substituía em importância os campeonatos paulista e carioca), fez um dos gols mais lindos de sua carreira, aplicando dois chapéus em defensores do São Paulo, o último deles no goleiro Rogério Ceni e fazendo um gol, definido pelo locutor José Silvério, como "de placa", na vitória por 4x2 do seu time. Logo após, foi negociado para o Parma, da Itália, clube pelo qual disputou apenas 5 partidas e marcou 2 gols.
Não conseguindo se firmar no time italiano, decidiu retornar ao Brasil em 2002, permanecendo no Cruzeiro até 2004. Neste período, jogou 121 partidas e marcou 64 gols. Foi campeão Mineiro em 2003 e 2004, da Copa do Brasil e do Campeonato Brasileiro de 2003.Neste periodo marcou gols antológicos, dentre eles um de letra no Maracanã na final da Copa do Brasil , um no primeiro jogo do campeonato brasileiro contra o São Caaetano dominando na entrada da área com o peito e encobrindo o goleiro, outro na pênultima rodada contra o fluminense no mineirão dominando na área, fingindo que soltaria uma pancada e dando um toque espetacular por cima do goleiro.A Equipe cruzeirense contava com grandes jogadores como o goleiro Gomes, o lateral Maicon, o zagueiro Luisão hoje no Benfica , Cris, capitão do Lyon, Maldonado, Deivid hoje no Flamengo, Aristizabal , dentre outros jogadores de muita qualidade, comandados pelo tecnico Wanderley Luxemburgo. Se tornou ídolo da torcida cruzeirense, que sonha até hoje com a sua volta ao time celeste.Após a conquista nacional o Talento azul como é chamado pelos torcedores do Cruzeiro, deu uma entrevista dizendo que quando o time entrava em campo já sabiam que iam ganhar devido o empenho dos jogadores, não era salto alto era simplesmente confiança no trabalho realizado por todos.Foi vendido ao Fenerbahçe pela quantia de aproximadamente 16 milhões de Euros
Desde 2004, joga no Fenerbahçe, da Turquia. Já disputou 241 jogos e marcou 129 gols, tendo sido campeão Turco em 2005.
Pela Seleção Brasileira, fez 68 jogos e 20 gols. Foi campeão da Copa América em 1999 e 2004.Porém sua maior decepção na careira foi não ter sido convocado para a Copa do mundo FIFA de 2002, pois seu nome era frequente nas convocações.
Atualmente,Alex deseja voltar para as equipes que se destacou: Coritiba,Palmeiras e Cruzeiro. Porém, o São Paulo segue de olho em uma possível contratação do meia.
Titulos coletivos
Palmeiras
Copa do Brasil - 1998
Copa Mercosul - 1996, 1998
Copa Amparo - 1998
Copa Libertadores da América - 1999
Torneio Rio-São Paulo - 2000
- Copa-Euro América - 1996
- Copa Meconorte - 1999
- Copa dos Campeões - 2000
Cruzeiro
Copa do Brasil - 2003
Campeonato Brasileiro - 2003
Campeonato Mineiro - 2003 e 2004
Fenerbahçe
- Turkcell Süper Lig : 2004/05, 2006/07
- TFF Süper Kupa : 2007, 2009
- Fortis Türkiye Kupası 2. : 2004/05, 2005/06, 2008/09
- Turkcell Süper Lig 2. : 2005/06, 2007/08
- UEFA Şampiyonlar Ligi Çeyrek Final : 2007/08
[editar]
Brasil
Copa América - 1999 e 2004
- Torneio Toulon (Seleção Olímpica) - 1996
- Pré-Olímpico (Seleção Olímpica) - 2000
WALTER DAMÍAN MONTILLO .. EL ESQUILO..UM DOS MAIORES ÍDOLOS DO CRUZEIRO.
Walter Montillo
![]() | ||
Informações pessoais | ||
---|---|---|
Nome completo | Walter Damián Montillo | |
Data de nasc. | 14 de abril de 1984 (26 anos) | |
Local de nasc. | Lanús, ![]() | |
Altura | 1,71 m | |
Peso | 70 Kg | |
Pé | Destro | |
Apelido | Pirata Azul, El Caballero Azul | |
Informações profissionais | ||
Clube atual | ![]() | |
Número | 10 | |
Posição | Meia | |
Clubes de juventude | ||
2000–2002 | ![]() | |
Clubes profissionais1 | ||
Anos | Clubes | Jogos (golos) |
2002–2006 2006–2007 2007 2008–2010 2010– | ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() | 89 25 (3) 6 (0) 60 (10) 23 (7) | (6)
Seleção nacional | ||
2003 | ![]() | 5 (0) |
|
Walter Damián Montillo (Lanús, 14 de abril de 1984) é um futebolista argentino que atua como meia. Atualmente defende o Cruzeiro, exercendo a camisa 10 da equipe desde a sua estréia. Em 2010 foi premiado com o troféu Bola de Prata, promovido pela revista Placar, como o melhor em sua posição e integrou-se a seleção dos onze destaques do Campeonato Brasileiro.
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[editar] Carreira
Participou do Mundial Sub-20 de 2003 nos Emirados Árabes Unidos pela Argentina. Ganhou também o título da Copa Sul-Americana de 2002 com o San Lorenzo e o Torneo de Apertura 2009 com o Universidad de Chile.
[editar] Universidad De Chile
Jogando pela Universidad de Chile, Montillo despertou o interesse de times brasileiros durante a campanha na libertadores de 2010. Principalmente por ter sido o carrasco do Flamengo, nas quartas-de-final, ao fazer um gol de cobertura no segundo jogo da disputa entre os times, apesar da derrota por 2x1 para o Flamengo nesse jogo, o Universidad de Chile ficou com a vaga pelo critério gol fora de casa, pois havia vencido a partida de ida por 3x2. O próprio Flamengo quis contratá-lo, mas quem conseguiu realmente foi o Cruzeiro.[1]
[editar] Cruzeiro
Em 2 de julho de 2010 foi anunciada sua contratação pelo Cruzeiro.[2] Porém só se apresentou ao clube brasileiro após o fim da participação do Universidad de Chile na Copa Libertadores. Sua estréia pelo Cruzeiro aconteceu no dia 15 de agosto, no jogo contra o São Paulo, pelo Campeonato Brasileiro.[3][4] No dia 25 de agosto, Montillo marcou o primeiro gol vestindo a camisa do Cruzeiro, na vitória por 1 a 0 sobre o Corinthians, em partida válida pelo Campeonato Brasileiro e que foi realizada em Uberlândia.[5][6]
No dia 5 de dezembro de 2010, após conquistar com o Cruzeiro o segundo lugar no Campeonato Brasileiro, Montillo foi laureado com o Troféu Armando Nogueira como melhor jogador da competição.[7] No dia seguinte, o jogador recebeu a Bola de Prata da Revista Placar como Melhor meia do Campeonato Brasileiro.[8]
[editar] Gols
Club | Temporada | Liga | Copa Libert. | Copa Sudame. | Total | ||||
---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
Part. | Goles | Part. | Goles | Part. | Goles | Part. | Goles | ||
San Lorenzo![]() | 2002 | ? | ? | - | - | - | - | - | - |
2003 | ? | ? | - | - | - | - | - | - | |
2004 | ? | ? | - | - | - | - | - | - | |
2005 | 18 | 2 | - | - | - | - | 18 | 2 | |
2006 | 12 | 0 | - | - | - | - | 12 | 0 | |
2007 | 6 | 0 | - | - | - | - | 6 | 0 | |
Total | 95 | 6 | - | - | - | - | 95 | 6 | |
Morelia![]() | 2006 | 14 | 3 | - | - | - | - | 14 | 3 |
2007 | 11 | 0 | - | - | - | - | 11 | 0 | |
Total | 25 | 3 | - | - | - | - | 25 | 3 | |
Universidad de Chile![]() | 2008 | 35 | 6 | - | - | - | - | 35 | 6 |
2009 | 17 | 2 | 4 | 0 | 6 | 3 | 27 | 5 | |
2010 | 10 | 2 | 12 | 2 | - | - | 22 | 4 | |
Total | 62 | 10 | 16 | 2 | 6 | 3 | 84 | 15 | |
Cruzeiro![]() | 2010 | 23 | 7 | - | - | - | - | 23 | 7 |
Total | 23 | 7 | - | - | - | - | 23 | 7 | |
Total en su carrera | 145 | 21 | 16 | 2 | 6 | 3 | 227 | 31 |
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