sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

OS MAIORES JOGADORES E ÍDOLOS DA HISTÓRIA DO CRUZEIRO


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Eduardo Gonçalves de Andrade, conhecido como Tostão (Belo Horizonte, 25 de Janeiro de 1947), é um ex-futebolista brasileiro. É considerado um dos grandes jogadores do futebol nacional e internacional.


Carreira

Tostão iniciou sua carreira no futebol de salão do Cruzeiro em 1961. Em 1962, com quinze anos e ainda no Cruzeiro, Tostão foi para a equipe júnior de futebol de campo. No mesmo ano, o América Mineiro contratou o jogador que jogou apenas um ano no clube do coração dos seus pais. Em 1963, Tostão voltou ao Cruzeiro, clube que o projetou para o Brasil e o mundo.

Mesmo atuando no meio de campo, com a responsabilidade de armar as jogadas para os atacantes, Tostão é o maior artilheiro da história do Cruzeiro, com 242 gols.[1] Estabeleceu marcas no Campeonato Mineiro, quando sagrou-se o goleador por três edições seguidas: em 1966, 1967 e 1968. Foi ainda o artilheiro da última edição da Taça de Prata, em 1970.

Tostão fez sua última partida oficial pelo Cruzeiro jogando com a camisa 7 contra o Nacional de Uberaba, nesta cidade, em abril de 1972, pelo campeonato mineiro, que apontou o resultado final de 2x2.

O Mineirinho de ouro, como foi apelidado, integrou o mítico ataque da seleção que conquistou o tricampeonato mundial em 1970, transferiu-se do Cruzeiro para o Vasco em Abril de 1972, na maior transação envolvendo clubes brasileiros até aquela época. Como jogador do Vasco, naquele mesmo ano, sagrou-se campeão da Minicopa pelo Brasil. A contratação de Tostão foi o símbolo do início de uma nova fase no Vasco, que passava por uma crise, e empolgou a torcida. Infelizmente, os vascaínos não puderam contar por muito tempo com seu futebol brilhante e inteligente. Depois de um ano, Tostão voltou a sentir os problemas na vista, conseqüência de um descolamento na retina que sofrera em 1969 ao levar uma bolada do zagueiro Ditão, do Corinthians. Depois de passar vários meses fora do time, acabou abandonando o futebol no início de 1974, aos vinte e sete anos.

Nos anos seguintes, Tostão dedicou-se à medicina, tendo mais tarde se formado como médico pela Universidade Federal de Minas Gerais.

Após mais de uma década afastado do futebol, Tostão retornou como cronista esportivo. Escreve para diversos jornais no Brasil e é comentarista da Rádio Jovem Pan.

Titulos

Seleção Brasileira
Cruzeiro

Vanderlei Eustáquio de Oliveira, mais conhecido como Palhinha (Belo Horizonte, 11 de junho de 1950) é um ex-futebolista brasileiro.

Palhinha começou sua carreira na região do Barreiro, em Belo Horizonte, aos 10 anos. Foi descoberto pelo treinador, Lincoln Alves, do futebol de salão do Cruzeiro, aos 14 anos, onde passou a jogar como ala esquerdo. No ano seguinte, foi jogar no juvenil de campo e aos 18 anos, estreou nos profissionais. Achava complicado disputar posição com fenômenos do futebol como Dirceu Lopes, Tostão e Evaldo. Foi, na época, um reserva de luxo, um tapa-buraco do time.

Após a venda de Tostão para o Vasco da Gama, em 1972, passou a ser o titular do time. Conciliava a velocidade com a inteligência. Era um artilheiro, que a base de valentia, furava as defesas adversárias.

Destacou-se pelo Cruzeiro na campanha do título da Taça Libertadores da América de 1976, quando marcou 13 gols tornando-se até hoje o maior artilheiro brasileiro em uma só Libertadores.

Em 1977, foi vendido ao Corinthians por 1 milhão de dólares na maior transação do futebol brasileiro na época.

Em 1980, defendeu o Atlético Mineiro que tinha um grande time formado por João Leite, Reinaldo, Cerezo, Paulo Isidoro, entre outros craques! Foi Tricampeão Mineiro, Campeão do tradicional Torneio de Málaga (Troféu Costa Del Sol) e Vice-Campeão Brasileiro numa polêmica e disputada final contra o Clube de Regatas Flamengo.

Quando encerrou a carreira de jogador de futebol em 1985, numa rápida passagem pelo América-MG, passou a ser técnico do time e iniciar esta nova carreira. Como técnico do Cruzeiro dirigiu o time em 20 jogos, em 1994.

Índice

[esconder]

Clubes na carreira

Como jogador
Como treinador

Títulos

Como Jogador

Cruzeiro
Corinthians
Atlético Mineiro
Vasco da Gama

Futebol de salão

Cruzeiro
  • Campeão da Cidade Infantil de Futebol de Salão: 1965 (Marcou 10 gols em 10 jogos)

A Constelação do Cruzeiro: Nelinho

Um dos maiores cobradores de falta de todos os tempos, o maior de sua época. O lateral que brilhou pelo Cruzeiro e pela Seleção Brasileira tem este título, e até hoje é lembrado no mundo todo.
O excelente lateral-direito Nelinho chegou ao Cruzeiro em 1973, descoberto pelo técnico Orlando Fantoni e proveniente de uma transação do Cruzeiro junto ao Remo do Pará, o curioso é que Nelinho era o lateral-direito reserva, o titular foi contratado pelo Atlético-MG e não vingou.
Nelinho estreou com a camisa do Cruzeiro já se destacando com as bombas que o fizeram inesquecível. O Cruzeiro vencia o Nacional de Muriaé por 3x0, quando na cobrança de um tiro livre, a pelota foi rolada curtinha pra ele, o lateral soltou a bomba no ângulo do goleiro, para fazer 4x0.
Um lateral diferente dos que atuavam em seu tempo, Nelinho destacou-se pela capacidade de apoiar o ataque. Executava dribles com perfeição, assim como os cruzamentos e os lançamentos milimétricos, além de ter sido exímio cobrador de faltas, um dos maiores que o mundo já viu.
O grande radialista, gaúcho, mas que trabalha no RJ, Luiz Mendes, afirma ter criado a expressão "Folha Seca" no seu tempo de narrador (hoje ele é comentarista da Globo-RJ). Inspirado na sua infância no Rio Grande do Sul, ele afirma ter surgido daí a expressão. Enquanto ele e o irmão observavam as folhas secas caírem das árvores no Outono, ficavam apostando aonde elas cairiam. O mesmo aconteciam nestas cobranças de falta, a bola saía do ponto aonde foi colocada, fazia uma curva incrível e inacreditável e morria num local aonde ninguém imaginara. Vale lembrar que a expressão "folha seca" surgiu antes de Nelinho, nos áureos tempos em que o futebol contava com o excelente Luiz Mendes nas narrações. Nelinho foi um dos nomes mais poderosos dentre os que utilizaram a cobrança de falta, no estilo "folha seca".
Chegou ao Cruzeiro numa época muito boa do Clube da Toca, contribuiu muito para que o time pudesse sagrar-se tetra-campeão Mineiro entre 1972-1975, em 1975 foi 9ºTítulo Mineiro conquistado pelo Cruzeiro em 11 anos de Mineirão.
O lateral participou do esquadrão que foi garfado no Brasileiro de 1974, contra o Vasco da Gama no Marcanã (jogo que deveria ter sido realizado no Mineirão, não bastasse isso, Armando Marques nos anulou um gol legítimo, fora outras falcatruas).
Mas foi neste mesmo ano de 74, que Nelinho marcou um de seus gols mais bonitos pelo Cruzeiro e em sua carreira. No jogo contra o Santos, no Morumbi pelo quadrangular final do Campeonato Brasileiro, o Cruzeiro acabara de abrir o marcador, e após a saída santista, Nelinho recebeu a bola após o roubo dela pelos Celestes, avançou pela direita, driblou três adversários e mandou o balaço que beijou as malhas da cidadela peixeira. O incrível, é que o gol foi feito de canhota, surpreendendo à todos, que esperavam mais um tirambaço com a caneta direita mortífera.
RONALDO NAZÁRIO DE LIMA – centroavante
Atuou em 1993 e 1994 – 58 jogos, 56 gols.
Ronaldo Luiz Nazário Lima (Rio de Janeiro, RJ, 22/09/1976). Veio para o júnior do Cruzeiro, em março de 1993, quando foi oferecido pelo ex-jogador do clube, o ponta-direita Jairzinho, que garantiu aos dirigentes cruzeirenses que havia descoberto “o maior jogador do mundo”. Ronaldo havia sido oferecido ao São Paulo, mas o treinador Telê Santana recusou alegando que o Clube já tinha jogadores na posição. O Cruzeiro pagou a empresa de Jairzinho US$ 50 mil por 55% do passe.

Sua estréia com a camisa do júnior do Cruzeiro aconteceu em 23/03/1993, contra os amadores do Botafogo de Matosinhos-MG, na preliminar de Cruzeiro e Desportiva-ES, pela Copa do Brasil, no Mineirão. Ronaldo marcou dois gols na goleada de 4 a 1. Tornou-se o principal destaque do time júnior ao conquistar naquele ano a Supertaça Minas Gerais e a Copa Belo Horizonte de Futebol Junior tornando-se o artilheiro em ambas as competições.

Quando o Cruzeiro avançou para a fase semifinal da Copa do Brasil, o técnico Pinheiro poupou os titulares e escalou o mistão para as partidas do Campeonato Mineiro e o júnior Ronaldo passou a ser relacionado. Foi escalado como titular contra a Caldense, na 11ª rodada da 1ª fase, em 25/05/1993, em Poços de Caldas. O Cruzeiro venceu por 1 a 0 com gol do meia Ramon Menezes.

Com a venda do atacante Cleison para o Belenenses, de Portugal, Ronaldo foi promovido aos profissionais e passou a disputar posição com Tôto. Ambos se revezaram nas partidas que o time fez numa excursão a Portugal, mas Ronaldo ganhou a titularidade após uma grande atuação contra o Peñarol, do Uruguai, no estádio da Antas, na cidade do Porto, quando desequilibrou a partida com uma grande atuação.

Na Supercopa de 1993 sagrou-se o artilheiro com 8 gols e recebeu os apelidos de “Matador Azul”, pelo locutor da TV Bandeirantes, Januário de Oliveira. Era a primeira vez que o termo matador foi utilizado para se definir um artilheiro do futebol no país e que acabou lançando moda.

Em 02/11/1993 recebeu seu primeiro aumento de salário. Ronaldo recebia Cr$ 10 mil mensais – menos do que o salário mínimo que era Cr$ 12 mil. Dias depois, em 10/11/1993, foi convocado pela primeira Vez para a Seleção Brasileira para um amistoso contra a Alemanha (1 a 2), em 17/11/1993. Voltou a ser novamente convocado em 17/12/1993 para amistoso contra o México.

Ronaldo deslanchou na temporada de 1994. Em seu primeiro clássico contra o Atlético, no Campeonato Mineiro, confirmou a sua fama de carrasco do galo, que havia adquirido no junior, marcando 3 gols, na vitória de 3 a 1. Naquele jogo entortou com uma seqüência de dribles de corpo o experiente zagueiro Kanapkis, da Seleção Uruguaia.

Na Libertadores, marcou um dos mais belos gols da história do Mineirão, quando apanhou uma bola do meio de campo e driblou toda a defesa do Boca Juniors marcando o gol da vitória por 2 a 1 e da classificação para a 2ª fase. Lançou moda com o drible da letra que aplicou, pela primeira vez, numa partida contra o Uberlândia, no Mineirão, pelo Campeonato Mineiro.

Foi naquele ano que ocorreu sua estréia na Seleção num amistoso contra a Argentina, em 23/03/1994, na vitória de 2 a 0, quando teve o seu nome alterado para Ronaldinho, por causa de um outro Ronaldo, que era zagueiro. No amistoso seguinte, contra a Islândia, marcou o seu primeiro gol com a camisa da Seleção, na vitória de 3 a 0.

Em abril de 1994 o Cruzeiro pagou o restante de seu passe por US$ 1 milhão. Os empresários Reinaldo Pitta e Alexandre Martins pagaram a parte que cabia a Jairzinho e Leo Rabello e passaram a gerenciar a carreira do atleta.

Após o Campeonato Mineiro que sagrou-se campeão e artilheiro com 22 gols foi convocado para a Copa do Mundo dos Estados Unidos. Sagrou-se campeão, mas não participou de nenhum jogo.

Após a Copa, ainda disputou mais uma partida pelo Cruzeiro, num amistoso contra o Botafogo, no Mineirão, quando marcou o seu último gol com a camisa cruzeirense. Antes da partida, a diretoria confirmou a sua negociação para o PSV Eindhoven, da Holanda, por US$ 6 milhões. Era a maior transação de um jogador brasileiro para o exterior, até aquele ano. Ronaldo atuou apenas o 1º tempo daquele jogo.

Campeão no Cruzeiro: Campeonato Mineiro 1994; Supertaça Minas Gerais Júnior 1993;
Copa BH Júnior 1993

Artilheiro pelo Cruzeiro: Supercopa 1993, com 8 gols; Campeonato Mineiro 1994, com 22 gols; Copa BH de Juniores 1993, com 9 gols; Supertaça Minas Gerais Junior 1993 com 9 gols

Seleção Brasileira (como jogador do Cruzeiro): convocado para a Seleção Sub20 para um torneio nos Estados Unidos, em junho de 1993; convocado em 10/11/1993 para amistoso contra a Alemanha (1 a 2) em 17/11/1993; convocado em 17/12/1993 para amistoso contra o México; Jogou contra a Argentina 23/03/1994 ; Jogos contra a Islandia 26/03/1994 e marcou 1 gol

Campeão pela Seleção Brasileira (como jogador do Cruzeiro): Copa do Mundo 1994

Fonte: Henrique Ribeiro (Almanaque do Cruzeiro)

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Jogos de Ronaldo pela equipe profissional do Cruzeiro (por Henrique Ribeiro)

1993

1 – 25/05 – 1 X 0 Caldense
Campeonato Mineiro – Ronaldo Junqueira (Poços de Caldas-MG)

2 – 28/07 – 2 X 1 Atlético
Amistoso – Mineirão (Belo Horizonte-MG)

3 – 03/08 – 2 X 0 Belenenses (POR)
Amistoso – Restelo (Lisboa-Portugal) – GOL 1

4 – 06/08 – 1 X 1 Benfica (POR)
Amistoso – Luz (Lisboa-Portugal)

5 – 07/08 – 3 X 0 Peñarol (URU)
Amistoso – Torneio do Porto – Antas (Porto-Portugal) – GOL 1

6 – 08/08 – 1 X 3 Porto (POR)
Amistoso – Torneio do Porto – Antas (Porto-Portugal)

7 – 17/08 – 0 X 1 América
Amistoso – Independência (Belo Horizonte-MG)

8 – 25/08 – 0 X 0 Ideal
Amistoso – Mendes Brito (Ipatinga-MG)

9 – 29/08 – 2 X 1 Guarani
Amistoso – Waldemar Faria (Divinópolis-MG) – GOLS 2 (1 de cabeça)



Dida, a muralha azul

GDG - Por: Felipe Soalheiro


Nelson de Jesus Silva, mais conhecido como Dida e também carinhosamente chamado em Minas Gerais como MURALHA AZUL , devido as suas grandes performances no Cruzeiro. Atualmente aos 35 anos e atuando como goleiro do Milan, time Italiano.

Nome: Nélson de Jesus Silva
Nascimento: Irará(BA) , 7 de Outubro de 1973
Posição: Goleiro
Altura: 1,96 m
Peso: 84 Kg

Iniciou sua carreira profissional em 1990, no Asa de Alagoas, o seu primeiro clube de expressão nacional foi o Vitória, onde foi muito bem e teve um grande sucesso. Aos 21 anos de idade foi contratado pelo Cruzeiro, onde devagar foi conquistando seu espaço no time celeste.

O auge de sua carreira no Cruzeiro, foi em 1996 quando foi campeão da Copa do Brasil, numa final onde o Palmeiras já era considerado o campeão, campeonato onde ele teve grande destaque.Neste mesmo ano, foi convocado para a Seleção Olímpica.

No ano seguinte, em 1997, conquistou no Cruzeiro o título de maior destaque na América, a copa Libertadores, onde mais uma vez foi o grande destaque azul, principalmente na final da competição, contra o Sporting Cristal.

No clube celeste, Dida mostrou uma grande qualidade sua, a de especialista em defender pênaltis, defendendo-os principalmente em partidas importantes.

No Cruzeiro, Dida disputou 120 jogos e ganhou os seguintes títulos:

Libertadores da América: 1997
Copa do Brasil: 1996
Copa Ouro: 1995
Copa Master da Supercopa: 1995
Campeonato Mineiro: 1994, 1996, 1997 e 1998

Ele também teve uma grande carreira na seleção brasileira, onde disputou 91 partidas, ganhando 4 títulos, entre elas a Copa do Mundo de 2002. Saiu do Cruzeiro em 1998, e com certeza, deixou muita saudade na torcida e hoje é considerado um de nossos maiores ídolos.

Obrigado Dida!


A Constelação do Cruzeiro: Joãozinho

Joãozinho, um craque da escola de Garrincha que atuou com a Celeste mais linda do mundo por muitos anos. Também conhecido por "Bailarino" e por Joãozinho Travolta (apelido dado pelo Vibrante Alberto Rodrigues) devido aos seus dribles desconcertantes e seus gols maravilhosos. Alimentava a torcida com seus espetáculos dentro das quatro linhas, ao deixar os adversários completamente humilhados, sem dúvida o maior driblador que atuou em MG.
Joãozinho nasceu no Cruzeiro, tinha em si enraizadas as carcaterísticas de toque de bola formidável e técnica magnífica oriundas do Cruzeiro Esporte Clube.
O jovem Joãozinho atuou com a camisa Azul 5 Estrelas em meados da década de 70 e por alguns anos na década de 80.
Seus dribles e suas jogadas maravilhosas eram shows à parte nos jogos do Cruzeiro, ao receber a bola na ponta esquerda, a torcida já ficava de pé para assistí-lo, assim como os súditos ficam de pé ante a passagem de um Rei, desta feita o Rei do gingado.
Foi um dos maiores nomes no esquadrão que encantou o país nos anos 70, tendo ajudado a conduzir o clube a 2 finais de Campeonato Brasileiro consecutivas. A primeira em 1974, na qual o time jogou por toda a campanha sem receber salários, e perdeu para o Vasco, para a CBD (que transferiu o jogo de Belo Horizonte para o Rio inexplicavelmente) e não bastasse isso para o ábritro Armando Marques (que anulou um gol alegando impedimento num cruzamento feito da linha de fundo e que resultou no segundo gol do Cruzeiro, marcado por Zé Carlos) e em 1975, na qual foi derrotado pelo Internacional por 1x0 em Porto Alegre.
Os seus dribles eram tão maravilhosos que costumavam deixar os marcadores estirados no gramado. Por diversas vezes, o técnico adversário substituía os marcadores do Travolta para poupá-los de tamanha humilhação.
Uma das vezes em que isso aconteceu foi em 1976, quando o Cruzeiro bateu o Internacional por 5x4 em Belo Horizonte, e o técnico Rubens Minelli trocou Cláudio Duarte por Valdir para tentar para o ponta-esquerda do Cruzeiro. Joãozinho fez uma partida inesquecível com a camisa do Cruzeiro, exibindo muitos dos seus mais famosos dribles sobre os jogadores colorados.


RAUL PLASSMANN ETERNO ÍDOLO.
GDG - Por: Bruno Santos

Raul Plassmann foi simplesmente o jogador mais magnifico que eu vi, cresci ouvindo da boca de meu pai estas palavras a respeito do maior goleiro Azul Celeste da década de 60/70 atuando pelo Cruzeiro de 1965 a 1978.

Raul começou sua carreira no Clube Atlético Paranaense e logo em seguida foi transferido para o São Paulo e como fez poucas atuações ele acabou transferido para o Cruzeiro em 1965.

Raul jogou 13 anos com a camisa Celeste e sagrou-se campeão diversas vezes inclusive da Taça Brasil de 66 e da Libertadores da América de 76 e ainda conquistou vários títulos Mineiros: 1966, 1967, 1968, 1969, 1972, 1973, 1974, 1975 e 1977.

Raul Também atuou com a camisa amarelinha, jogou 17 partidas pela Seleção Brasileira. Raul esteve próximo a atuar pelo Brasil na copa de 82 mas Telê Santana optou por chamar Valdir Perez e Paulo Sérgio.

Polêmica

ArquivoNa sua estreia pelo Cruzeiro, em 1965, como não havia uma camisa de goleiro que vestisse em Raul, este teve de tomar emprestada uma camiseta amarela. Na época, o uniforme preto era padrão de todos os goleiros, de modo que a camisa amarela de Raul acabou chamando muita atenção.

Todavia, apesar de uma tentativa inicial de ridicularizar seu nome, Raul não se deixou abater e começou a se destacar com boas atuações. Dessa forma, o que antes fora motivo de escárnio, passou a ser encarado como um talismã pela torcida cruzeirense e, assim, Raul não pôde mais abandonar o uniforme amarelo. (Fonte, Wikipedia )

ArquivoPós Carreira:

Raul após se aposentar como jogador virou um importante comentarista de futebol da TV Globo e em 1987 tentou arriscar uma carreira como técnico frente ao Cruzeiro mas não deu certo, fez outras tentativas de ser técnico que também fracassaram, virou cartola do Londrina mas acabou desistindo.


Jogo importante que Raul participou:

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Dirceu Lopes – Um Campeão do Mundo

DIRCEU LOPES MENDES, o Dirceu Lopes, ou Zé do milho. Fabuloso jogador do Cruzeiro nos anos 60 e 70 foi um injustiçado, por decisões sobre critérios de escolhas para o selecionado de 1970.

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Tido como um jogador imprescindível pela seleção do técnico João Saldanha – demitido às vésperas da Copa – foi descartado meses antes da Copa do México em 1970, pelo novo técnico Zagalo, numa escolha controvertida que culminou com uma das maiores injustiças do futebol.

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Num momento de supremacia do futebol brasileiro, vários craques ficavam de fora de grandes competições, mas Dirceu Lopes como muito outros, formava a seleção brasileira desde 1967 até próximo da viagem para o México.

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Para se ter uma idéia dos fatos, ele jogara sua última partida na vitória sobre o Chile, no dia 22 /03/1970, portanto a três meses do início da Copa e participara do grupo das eliminatórias.

PARTIDA AMISTOSA CONTRA O CHILE

FICHA TÉCNICA:

Brasil 5 X 0 Chile

Data: 22 de março de 1970.

Amistoso – Estádio do Morumbi, em São Paulo.

Público: 101.902 pagantes.

Árbitro: Armando Marques.

Expulso: Carlos Caszely.

Gols: Roberto Miranda (02) Gérson e Pelé (02).

Brasil: Leão, Carlos Alberto Torres, Brito, Joel Camargo e Marco Antônio. Clodoaldo (Dirceu Lopes) e Gérson. Jairzinho, Roberto Miranda, Pelé e Paulo César Lima.Técnico Zagalo.

Chile: Asroega, Dias, Cruz, Laube e Herrera. Fouilloux e Acevedo. Hoffman, (silva), Carlos Caszely, Zelada (Messen) e Castero.

Técnico: Franscisco Hormazabal.

Antes, porém, pelo seu Cruzeiro, teve destaque extraordinário quando surgiu pelo maravilhoso time cruzeirense.

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Basta recordar o título da Taça Brasil de 1966, quando o time de Minas bateu impiedosamente o então esquadrão santista de Pelé, em duas partidas das finais de forma soberba e incontestável, com exibição estupenda de Dirceu Lopes.

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Era o dia 20 de novembro de 1966, quando de forma extraordinária o Cruzeiro bateu o Santos.

Cruzeiro 6 x 2 Santos

FICHA TÉCNICA:

Quarta-feira, 30 de novembro, no Mineirão, Belo Horizonte, jogo de ida das finais da Taça Brasil 1966.

Juiz: Armando Marques (carioca)

Bandeiras: Joaquim Gonçalves e Euclides Borges (mineiros)
Expulsões: Procópio e Pelé

Renda: Cr$223.314.600
Público pagante: 77.325
Público presente: 90.000 (estimado)


Gols: Zé Carlos (contra), Natal,
Dirceu Lopes, Dirceu Lopes e Tostão, no 1º tempo; Toninho, Toninho e Dirceu Lopes, no 2º


Cruzeiro: Raul, Pedro Paulo, William, Procópio e Neco; Wilson Piazza,
Dirceu Lopes e Tostão; Natal, Evaldo e Hilton Oliveira. Tec: Airton Moreira


Santos: Gilmar, Carlos Alberto Torres, Mauro Ramos de Oliveira, Oberdan e Zé Carlos; Zito e Lima: Dorval, Toninho Guerreiro,
Pelé e Pepe. Tec: Lula.

Carreira:

Clubes:

1962-1963: Pedro Leopoldo-MG
1964-1977: Cruzeiro-MG

1977-1978: Fluminense-RJ
1978-1980: Uberlândia-MG
1980-1981: Democrata Governador Valadares-MG

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Titulos:

Campeonato Mineiro: 1965, 1966, 1967, 1968, 1969, 1972, 1973, 1974, 1975
Copa Brasil: 1966
Copa Rio Branco: 1967.
Libertadores da América 1976

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Campeão da Copa da Independência pelo Brasil em 1972.

Seleção Brasileira Pela Seleção Brasileira disputou 14 Jogos:

-25.06.1967 Uruguai;

-28.06.1967 Uruguai;

-01.07.1967 Uruguai;

-11.08.1968 Argentina;

-03.11.1968 México;

-17.12.1968 Iugoslávia,

-07.04.1969 Peru;

09.04.1969 Peru;

04.03.1970 Argentina;

08.03.1970 Argentina,

22.03.1970 Chile,

22.03.1970 Chile,

26.04.1972 Paraguai;

- 06.08.1975 Argentina.

A DESPEDIDA DA SELEÇÃO BRASILEIRA

Sua última apresentação pela Seleção Brasileira foi pela COPA AMÉRICA em 1976, quando o Brasil foi representado pela Seleção Mineira e por alguns jogadores de outros estados. Registre-se que no time argentino, jogavam Gallego, Ardilles, Luque e Kempes que seriam campeões mundiais em 1978 e Valdano, campeão mundial em 1986, pelo selecionado argentino.

FICHATÉCNICA:

Brasil 1 X 0 Argentina.

Local: Estádio Mineirão, Belo Horizonte, Minas Gerais.

Copa América.

Público: 71.718 pagantes.

Árbitro: Ramon Barreto (Uruguai)..

Gol: Danival.

Brasil: Raul, Nelinho, Wilson Piazza, Amaral e Getúlio. Vanderlei e Danival. Roberto Bata, Marcelo (Palhinha), Campos (Dirceu Lopes) e Romeu. Técnico: Osvaldo Brandão.

Argentina: Gatti, Pavoni, Pavon e Rebottaro. Gallego, Asad e Ardilles. Boveda (Valdano), Luque e Mário Kempes. Técnico: Cesar L. Menotti.

APELIDO

O Flecha Azul apelido dado por parte da torcida do Cruzeiro ou simplesmente “baixinho” como era carinhosamente chamado pelos companheiros de time foi eleito o melhor meia dos campeonatos brasileiros de 1970, 71 e 73 recebendo a bola de prata da revista Placar.

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JOGOS PELO CRUZEIRO

Dirceu Lopes jogou 594 partidas pelo Cruzeiro e marcou 224 gols.

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Sorín : A DESPEDIDA DE UM GRANDE ÍDOLO .. se despede do futebol para mais de 62 mil pessoas no Mineirão

Torcida celeste marca presença em jogo contra o Argentinos Juniors, time que revelou o jogador


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O Cruzeiro se despediu nesta quarta-feira de um dos maiores ídolos de sua história recente. Com 62.400 torcedores presentes no Mineirão, o argentino Sorín entrou em campo pela última vez com a camisa celeste em amistoso contra o Argentinos Juniors (clube que o revelou), vencido pela Raposa por 2 a 1.

Agência/Estado

Sorín tira o molde para colocas os seus pés na Calçada da Fama do Mineirão

Antes do jogo, muitas homenagens; funcionários do Mineirão tiraram moldes dos pés do jogador para a Calçada da Fama do Mineirão; Sorín também recebeu uma carteirinha de sócio-torcedor do clube; uma preliminar com famosos, entre eles os ex-jogadores Raí, Sócrates e Rincón, o meia corintiano Defederico e o cantor Gabriel, o Pensador, fez o aquecimento para o futebol; no som, a presença do grupo mineiro Skank, comandado pelo cruzeirense Samuel Rosa.

- Vamos ajudar muita gente esta noite com tudo que a torcida trocou pelos ingressos. Muito obrigado à diretoria do Cruzeiro e a cada um dos funcionários da Toca da Raposa, do Mineirão e a todos os jogadores com quem tive o prazer de atuar. E quero agradecer à torcida pelo carinho que me demonstra na rua.

Ainda teve a presença da família do lateral no estádio. Jaime Sorín, pai, Ruth Refetur, mãe, e Verónica Sorín, irmã, estiveram na capital mineira especialmente para a festa e aprovaram a despedida junto da torcida celeste:

- Em nenhum outro lugar ele se sentiria tão cômodo como no Mineirão, com a torcida do Cruzeiro, que realmente lhe deu um apoio e um carinho enorme no tempo que ele esteve aqui, inclusive quando jogou na Europa - disse o pai.

Festa até no jogo

O clima de festa era tão grande que o goleiro do Argentinos Juniors, o chileno Peric, tirou diversas fotos de dentro do gramado. O técnico Adilson Batista também deu oportunidade a todos. Antes do fim do primeiro tempo já não havia um jogador que enfrentou o Fluminense em campo.

Agência/Estado

Sorín em campo com o mais novo terceiro uniforme do Cruzeiro


O protagonista da festa também se divertiu em campo. Distribuindo sorrisos no gramado, ele não deixou o ritmo de jogo abaixo dos demais jogadores atrapalhar muito. Chegou a ter duas boas chances, mas mandou para fora. A melhor chance celeste foi em uma cobrança de falta de Fernandinho na trave.

- Senti muito, mas estou curtindo. Vou procurar tocar a bola - disse Sorín na saída para o intervalo.

Assista um clipe em homenagem ao craque Sorín

No segundo tempo, Sorín voltou para atuar pelo Argentinos Juniors. Vestiu a camisa do time que o revelou, mas curiosamente continuou com o short e com os meiões do Cruzeiro.

O rodízio no Cruzeiro continuou. Aos sete minutos, Bernardo tocou na saída do goleiro e abriu o placar. Sorín, mesmo jogando pelo time adversário, foi lá cumprimentar o garoto e o levantou.

Aos 13 minutos, Sorín voltou a jogar pelo Cruzeiro. Tirou a camisa do Argentinos Juniors e ficou com a da Raposa, que estava por baixo. E sete minutos depois pôde comemorar o primeiro gol estando no time. Leandro Lima lançou Guerrón em posição legal. O equatoriano driblou o goleiro e marcou.

Familiares e Sorin antes da partida

A torcida por um gol de Sorín no jogo era clara. Às vezes até os jogadores do Argentinos Juniors pareciam querer, apesar de jogarem com seriedade. Aos 27, o ídolo celeste foi lançado na área, e o assistente assinalou impedimento. O goleiro Peric acenou para dizer que não havia irregularidade.

O gol de Santibáñesz, aos 44 minutos, não mudou a festa. E com o apito final, torcida e ídolo puderam se despedir. Mas eles não vão ficar longe. Sorín já declarou que vai morar em Belo Horizonte.

- É um momento incrível acabar assim, com festa solidária. Uma festa com minha esposa, com minha filha, com meus amigos é uma coisa que nunca vou esquecer. Uma despedida brincando, com muita felicidade, como sempre foi meu jeito no futebol.




Alexsandro de Souza




Alex
Alex de Souza.jpg
Informações pessoais
Nome completo Alexsandro de Souza
Data de nasc. 14 de setembro de 1977 (33 anos)
Local de nasc. Curitiba (PR), Brasil
Nacionalidade Brasil Brasileira
Altura 1,76 m
Canhoto
Informações profissionais
Clube atual Turquia Fenerbahçe
Número 10
Posição Meia
Clubes profissionais1
Anos Clubes Jogos (golos)
19901997
19972000
2000
2001
2001
20022004
2004
Brasil Coritiba
Brasil Palmeiras
Brasil Flamengo
Brasil Palmeiras
Itália Parma
Brasil Cruzeiro
Turquia Fenerbahçe
124 000(28)
141 000(78)
12 0000(3)

5 00000(2)
121 000(64)
241 000(129)
Seleção nacional3
19982005 Brasil Brasil 68 0000(20)


1 Partidas e gols pelo clube profissional
contam apenas partidas do campeonato nacional,
atualizados até 5 de Dezembro de 2009.


3 Partidas e gols da seleção nacional estão atualizados
até 15 de Agosto de 2008.

Alex, apelido de Alexsandro de Souza (Curitiba, 14 de setembro de 1977), é um futebolista brasileiro. Atualmente, defende o Fenerbahçe.


Carreira

Iniciou sua carreira nas categorias de base do Coritiba, clube pelo qual tornou-se jogador profissional em 1995 e onde ficou até o início de 1997, disputando 124 partidas e marcando 28 gols neste período.

No início de 1997, transferiu-se para o Palmeiras, onde jogou até 2000. No Palmeiras, Alex obteve grande destaque, conquistando a Copa Mercosul e a Copa do Brasil em 1998, a Libertadores da América em 1999, e o Torneio Rio-São Paulo de 2000. Alex disputou 141 jogos e marcou 78 gols.

Em 2000, teve uma rápida passagem pelo Flamengo, jogando 12 partidas e marcando 3 gols.

Em 2001, retornou ao Palmeiras.

Após a passagem pelo Flamengo, em 2001 Alex retornou ao Palmeiras. Nesta passagem, em partida válida pelo torneio Rio-São Paulo daquele ano (que substituía em importância os campeonatos paulista e carioca), fez um dos gols mais lindos de sua carreira, aplicando dois chapéus em defensores do São Paulo, o último deles no goleiro Rogério Ceni e fazendo um gol, definido pelo locutor José Silvério, como "de placa", na vitória por 4x2 do seu time. Logo após, foi negociado para o Parma, da Itália, clube pelo qual disputou apenas 5 partidas e marcou 2 gols.

Não conseguindo se firmar no time italiano, decidiu retornar ao Brasil em 2002, permanecendo no Cruzeiro até 2004. Neste período, jogou 121 partidas e marcou 64 gols. Foi campeão Mineiro em 2003 e 2004, da Copa do Brasil e do Campeonato Brasileiro de 2003.Neste periodo marcou gols antológicos, dentre eles um de letra no Maracanã na final da Copa do Brasil , um no primeiro jogo do campeonato brasileiro contra o São Caaetano dominando na entrada da área com o peito e encobrindo o goleiro, outro na pênultima rodada contra o fluminense no mineirão dominando na área, fingindo que soltaria uma pancada e dando um toque espetacular por cima do goleiro.A Equipe cruzeirense contava com grandes jogadores como o goleiro Gomes, o lateral Maicon, o zagueiro Luisão hoje no Benfica , Cris, capitão do Lyon, Maldonado, Deivid hoje no Flamengo, Aristizabal , dentre outros jogadores de muita qualidade, comandados pelo tecnico Wanderley Luxemburgo. Se tornou ídolo da torcida cruzeirense, que sonha até hoje com a sua volta ao time celeste.Após a conquista nacional o Talento azul como é chamado pelos torcedores do Cruzeiro, deu uma entrevista dizendo que quando o time entrava em campo já sabiam que iam ganhar devido o empenho dos jogadores, não era salto alto era simplesmente confiança no trabalho realizado por todos.Foi vendido ao Fenerbahçe pela quantia de aproximadamente 16 milhões de Euros

Desde 2004, joga no Fenerbahçe, da Turquia. Já disputou 241 jogos e marcou 129 gols, tendo sido campeão Turco em 2005.

Pela Seleção Brasileira, fez 68 jogos e 20 gols. Foi campeão da Copa América em 1999 e 2004.Porém sua maior decepção na careira foi não ter sido convocado para a Copa do mundo FIFA de 2002, pois seu nome era frequente nas convocações.

Atualmente,Alex deseja voltar para as equipes que se destacou: Coritiba,Palmeiras e Cruzeiro. Porém, o São Paulo segue de olho em uma possível contratação do meia.

Placa no Mineirão em homenagem ao gol de Alex contra o São Caetano em 30 de março de 2003.

Titulos coletivos

Palmeiras

Cruzeiro

Fenerbahçe

[editar] Brasil Brasil

  • Copaamerica.gif Copa América - 1999 e 2004
  • Torneio Toulon (Seleção Olímpica) - 1996
  • Pré-Olímpico (Seleção Olímpica) - 2000



WALTER DAMÍAN MONTILLO .. EL ESQUILO..UM DOS MAIORES ÍDOLOS DO CRUZEIRO.

Walter Montillo

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Walter Montillo
Walter Montillo
Informações pessoais
Nome completo Walter Damián Montillo
Data de nasc. 14 de abril de 1984 (26 anos)
Local de nasc. Lanús, Argentina
Altura 1,71 m
Peso 70 Kg
Destro
Apelido Pirata Azul, El Caballero Azul
Informações profissionais
Clube atual Brasil Cruzeiro
Número 10
Posição Meia
Clubes de juventude
20002002 Argentina San Lorenzo
Clubes profissionais1
Anos Clubes Jogos (golos)
20022006
20062007
2007
20082010
2010
Argentina San Lorenzo
México Monarcas Morelia
Argentina San Lorenzo
Chile Universidad de Chile
Brasil Cruzeiro
8900000(6)
2500000(3)
0600000(0)
600000(10)
2300000(7)
Seleção nacional
2003 Flag of Argentina.svg Argentina Sub-20 0500000(0)


1 Partidas e gols pelo clube profissional
contam apenas partidas do campeonato nacional,
atualizados até 17 de outubro de 2010.


Walter Damián Montillo (Lanús, 14 de abril de 1984) é um futebolista argentino que atua como meia. Atualmente defende o Cruzeiro, exercendo a camisa 10 da equipe desde a sua estréia. Em 2010 foi premiado com o troféu Bola de Prata, promovido pela revista Placar, como o melhor em sua posição e integrou-se a seleção dos onze destaques do Campeonato Brasileiro.


Índice

[esconder]

[editar] Carreira

Participou do Mundial Sub-20 de 2003 nos Emirados Árabes Unidos pela Argentina. Ganhou também o título da Copa Sul-Americana de 2002 com o San Lorenzo e o Torneo de Apertura 2009 com o Universidad de Chile.

[editar] Universidad De Chile

Jogando pela Universidad de Chile, Montillo despertou o interesse de times brasileiros durante a campanha na libertadores de 2010. Principalmente por ter sido o carrasco do Flamengo, nas quartas-de-final, ao fazer um gol de cobertura no segundo jogo da disputa entre os times, apesar da derrota por 2x1 para o Flamengo nesse jogo, o Universidad de Chile ficou com a vaga pelo critério gol fora de casa, pois havia vencido a partida de ida por 3x2. O próprio Flamengo quis contratá-lo, mas quem conseguiu realmente foi o Cruzeiro.[1]

[editar] Cruzeiro

Em 2 de julho de 2010 foi anunciada sua contratação pelo Cruzeiro.[2] Porém só se apresentou ao clube brasileiro após o fim da participação do Universidad de Chile na Copa Libertadores. Sua estréia pelo Cruzeiro aconteceu no dia 15 de agosto, no jogo contra o São Paulo, pelo Campeonato Brasileiro.[3][4] No dia 25 de agosto, Montillo marcou o primeiro gol vestindo a camisa do Cruzeiro, na vitória por 1 a 0 sobre o Corinthians, em partida válida pelo Campeonato Brasileiro e que foi realizada em Uberlândia.[5][6]

No dia 5 de dezembro de 2010, após conquistar com o Cruzeiro o segundo lugar no Campeonato Brasileiro, Montillo foi laureado com o Troféu Armando Nogueira como melhor jogador da competição.[7] No dia seguinte, o jogador recebeu a Bola de Prata da Revista Placar como Melhor meia do Campeonato Brasileiro.[8]

[editar] Gols

Club Temporada Liga Copa Libert. Copa Sudame. Total
Part. Goles Part. Goles Part. Goles Part. Goles
San Lorenzo
Argentina
2002 ? ? - - - - - -
2003 ? ? - - - - - -
2004 ? ? - - - - - -
2005 18 2 - - - - 18 2
2006 12 0 - - - - 12 0
2007 6 0 - - - - 6 0
Total 95 6 - - - - 95 6
Morelia
México
2006 14 3 - - - - 14 3
2007 11 0 - - - - 11 0
Total 25 3 - - - - 25 3
Universidad de Chile
Chile
2008 35 6 - - - - 35 6
2009 17 2 4 0 6 3 27 5
2010 10 2 12 2 - - 22 4
Total 62 10 16 2 6 3 84 15
Cruzeiro
Brasil
2010 23 7 - - - - 23 7
Total 23 7 - - - - 23 7
Total en su carrera 145 21 16 2 6 3 227 31

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